O Homem dos Museus | OBMM
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Estava sempre vestido de preto, possuindo uma cartola escura e um guarda-chuva. Tentavam conversar com ele, mas era impossível de obter informações. De tanto as pessoas começarem a falar sobre O Homem dos Museus, o homem passou a frequentar esses locais históricos às escondidas, transmitindo para os visitantes e turistas uma sensação de eles estarem sendo observados.
O desconforto era tanto que os museus fecharam por tempo indeterminado naquela época. Isso não agradou o rapaz misterioso, que foi à prefeitura exigir que reabrissem. Primeiramente, queriam saber quem era ele e por que estava causando medo nos rondonienses.
A sua resposta declarava que seu superior havia lhe ordenado a vigiar os museus. Mesmo não satisfeitos com a explicação do homem, a prefeitura reabriu os museus por pressão de um rapaz estranho e misterioso.
Ele nunca causou problemas, apenas visitava os museus regularmente.
Com o passar dos anos, ele foi ganhando a confiança do povo e os museus começaram a ser mais frequentados apenas por saber que o rapaz estaria possivelmente presente. A população se atraía mais pela história da cidade e do estado em si, que já pertenceu ao estado de Amazonas e Mato Grosso, recebendo esse nome por conta de um engenheiro militar indígena (e marechal) que beneficiou os indígenas na época, sendo uma das figuras históricas mais importantes do Brasil. Seu nome era Cândido Mariano da Silva Rondon ou Cândido Rondon, como era conhecido.
Em 2008, esse rapaz que era conhecido como Rone foi eleito a prefeito de Porto Velho e, nesse período, a população confiava absolutamente nele, permanecendo no poder até os dias atuais.
Quando o livro escrito pelo dr. Ugho finalmente havia sido terminado, a população de Porto Velho foi a primeira a receber as cópias em mãos. Rone também era conhecido como um dos monstros mais pacíficos de Najustí, sabendo resolver os problemas usando sua inteligência para executar seus planos.
Portanto, a capital de Rondônia já fazia parte de um novo Brasil e que a partir de Porto Velho, a mensagem seria espalhada de forma pacífica para outros estados, por mais que o processo fosse ser lento. Salientando que o país já contava com O Bom Recrutador, mas seu foco era recrutar desempregados e fazê-los trabalhar para ele, quebrando as empresas e, consequentemente, a economia.
O Homem dos Museus era um dos Monstros Líderes.

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